segunda-feira, março 31, 2014

Stay away from the sanctity of my dreams

The feeling between happynes and frustration you experience in the morning after having the most beautiful, passionate and adventurous dream in months, but with the wrong person.

ps: Gosh, I didn't realize how long my hair was! No scissor for another couple of years. <3>

quinta-feira, março 27, 2014

No one's kind of woman


Do posto de gasolina, voltou pra casa com a quinta garrafa de cerveja na mão, uma carteira cafona de vogue no bolso e uma pedra na garganta, perguntando quando é que tinha se tornado tão sozinha. Quando tantas voltas pra casa foram feitas sem alguém pra dividir os goles entre conversas existencialistas, quantos filmes foram assistidos sem uma mão em sua perna, quantas carteiras de cigarro, quantas noites de festa, quantas bolhas nos pés os saltos lhe fizeram sem que uma pessoa notasse seu desconforto ou beijasse a dor embora no final da noite? E o choro engolido e todas as reações fisiológicas que estavam fora de seu alcance controlar? Odiava este sentimento de derrota em relação a tudo que aprendera a abominar, mas parecia que estava cedendo novamente às más influências e à insensatez do romantismo. Não havia graça no simplismo das emoções, mesmo sob tantas doenças emergentes que atingem a “alma”. Sentiu-se derrotada e obrigada a erguer uma bandeira de paz. “Ajuda... preciso de ajuda.”
Submersa no escuro de uma estrada fora de rota, protegida contra medos e desejos negligenciados. Aquela criatura embaçada com a cabeça arqueada para dentro do peito sou eu, ou enfim o que sobrou de mim em anos de vicissitudes e experiências impulsivas. Não foram as voltas nos brinquedos de parques itinerantes, rangentes e enferrujados, nem as doses extra de tekila e vodka... Foram os mergulhos insistentes na vida dos outros, em busca de algo que fizesse sentido. Os joelhos esfolados, o orçamento apertado, a dispensabilidade das justificativas. O prazer.
Queria rezar para que minha consciência vencesse a guerra e tragasse consigo tudo que me torna humana, inclusive a si mesma. Sinto que estou obliterando, sequer a lembrança dos dias mais bonitos e felizes da minha vida parecem me tocar muito hoje em dia. Mas não posso negar que sinto falta de sentir, não sei mais o que fazer enquanto me equilibro sobre esta fina linha paradoxal, enquanto todos que conheci estão se distanciando de mim, apaixonando-se, tendo filhos e vivendo relacionamentos fervorosos como se não soubessem ou não se importassem com o fato de que dois terços deles vão acabar nos próximos cinco anos (make it three).
Eu adoraria encontrar meu tipo de pessoa, mas estou sem palavras a serem oferecidas. Presa nesta realidade, meu ultimo desejo era que alguém fosse capaz de olhar pra dentro de mim e se interessar pelo que vê. Sem expectativas, nem toda a banalidade do resto do mundo... apenas uma coisa nova que ninguém pudesse ou quisesse entender.

terça-feira, março 25, 2014

Aliens and the uncanny valley


When I was young, I was not only facinated by the idea of extraterrestrial life, but also completely terrified by it. I mean... I feared the possibility of beeing abducted, but since I knew only a few races of aliens (like greys and some reptoid aliens) would abduct people against their will and perform invasive tests and such, I realized I was also afraid of meeting any extraterrestrial at all (even an arcturian)! And I could not understand this irracional fear that was fed by the simple conception of a humanoid beeing with unlikely body ratio and facial features. It was simply out of my range of comprehention, and it even souded a bit preconceptual nonetheless sincere.
About a couple of years ago, I came across a study called "Uncanny Valley", that would precisely talk about the reasons why we tend to repudiate and even fear things. Reading it made me laugh about my early fear and defenetly made me reassured about myself and my nature.

If you want to know more about Uncanny Valley, watch the video above, or just click >HERE< and read the related Wikipedia page.

segunda-feira, março 24, 2014

A corrompida cultura das primaveras e o peso dos 26 anos


Ontem resolvi de ultima hora acompanhar minha irmã em um de seus cortejos noturnos. Tudo porque eu achava que, como todos os anos, deveria fazer algo no meu aniversário. Com esta ideia introjetada em minha cabecinha de porongo, e com minha razão fazendo vista grossa para o rigor de minhas decisões, fomos direto à cervejaria Rio Pretana assistir o show do 'Centro da Terra' e depois dar um pulo no Two Tones, receber parabéns de pessoas com as quais não tenho intimidade nenhuma e ser obrigada a sorrir na medida do possível. Pra tornar a noite mais agitada, partimos para a casa Kenty, beber e fingir emoções inexistentes, num ato desesperado em busca de sentido dentro de alguma pessoa ou algum evento. Mas nada. Foi previsível and painfully humiliating. Quando voltei pra casa, senti o corpo morrer um pouco. Uma angustia tomou conta de mim de forma que nem a hora de baixo do chuveiro me fez sentir melhor... pensava apenas no amanha e nas ligações que eu teria de evitar (e felizmente não existiram). Fora a família que já não faz mais muita questão de tentar me agradar, apenas meu querido e único amigo lembrou deste dia, sem ajuda de lembretes dados automaticamente, com as palavras certas, deixando claro que realmente me conhece e merece o posto de confiança que possuí.
Agora que o dia finalmente acabou, senti-me inspirada a vir aqui e dizer que estou cansada de tentar me adaptar à certos hábitos culturais que banalizam nossas vidas e reduzem nossas experiências à constantes expectativas vazias e padronização de comportamento, sem a mínima necessidade de questionamento "whatsoever". Poxa... Aniversários são momentos extremamente tensos e movimentados em nosso plano astral. São épocas de transição, que deveriam ser reservadas para retiro mental/espiritual em busca de auto conhecimento. O dia do aniversário deveria ser um dia onde uma pessoa pudesse se guardar para si, repor energias, restabelecer  paz e conquistar sabedoria para mais um ciclo de realizações em sua vida.
Quando é que aniversários se tornaram esta busca desesperada por reconhecimento alheio, uma justificativa para exageros e comportamentos fora do normal? Quem merece reconhecimento no dia do nosso aniversário, mais do que ninguém, são os nossos pais, ou tutores, ou qualquer pessoa que dedicou parte de sua vida a nos criar! E presentes? Que sejam edificantes e estejam relacionados a esta ideia de transição e crescimento íntimo.

Para os aniversários por vir, desejem-me força e sabedoria, e livros, se possível for, muitos livros.

domingo, março 23, 2014

One last crooked love

(He started complaining so I had to let him down. He hates unecessary affection, just like me.)

quarta-feira, setembro 18, 2013

sábado, setembro 07, 2013

Good bye is a good start.



Fúria antecipava a inevitável queda. Medo de admitir a própria insignificância. Ansiedade. Taquicardia. Falta de ar. FUGA! Pulsando na ponta dos dedos estava a impotência. Tudo me acompanhava em uma constante nuvem de fumaça, consumindo-me densamente. Uma ameaça: proclamando a decadência da carne. A mesma luz azul invadia minhas lembranças involuntariamente. Eu era um ralo entupido jorrando esgoto pra fora de mim. No chão do banheiro eu destilava minhas fraquezas em busca de razão. Recompensa, sexo, estímulo, sobrevivência... carne negando a soberania do idealismo romântico de toda a humanidade. A velha armadilha me abocanhou da mesma forma. Joguei a lâmina no lixo e tentei me erguer pra tomar um banho.
Naquela noite eu descobri que tinha poder sobre minha própria vida. Meu coração ficou vazio... minhas preocupações ficaram vazias. Eu não devia nada a ninguém.

Não posso dizer  que nessa noite a vida virou do avesso, mas foi definitiva.


Fim do capítulo.
Novo capítulo.

During a damn long time, permaneci presa ao passado (clássico!), procurando alimentar meu vício por melancolia e intensidade (o poder da subjetividade). Experiências humanamente erradas com potencial para poesia... Eu me confortava com a ideia de que estava vivendo tudo muito forte, sem muito controle, sem nenhuma certeza. Eu me confortava pois enquanto evitasse convenções sociais, rotina, planos de carreira respeitável e qualquer coisa que me levasse para a estabilidade subordinada, eu estaria vivendo mais (a velha busca pelo ideal fight club de ser *vômito*). Experiencias tornaram-se desde cedo o maior tesouro a ser conquistado, e perder o controle era uma sensação bem vinda (enquanto houvesse alguém no mesmo barco pra me amparar, é claro). E felizmente houve este alguém capaz de proporcionar uma carga massiva de tudo aquilo que eu procurava. E foi maravilhoso, foi tudo que eu atestei, durante muitos anos, neste mesmo blog. Mas com o tempo já não havia mais espaço para novos questionamentos, novas sensações. Tudo parecia ter sido feito, insistido, vivido e revivido. The drug effect had worn off, and the source seemed empty as well. And I was doomed for not wanting it.

Com a distância, aprendi o que era sentir abstinência. De volta ao amparo da família, eu tive tempo suficiente para me aborrecer e passar a olhar pra dentro, a reconhecer aquilo que regia meus sentimentos e minhas ações durante tanto tempo. O horror! Insegurança coberta por uma crosta de narcisismo. Falsa indulgência em busca de aprovação. Imposição, necessidade de aprovação. "A mulher ideal que qualquer homem gostaria de ter."
"Ter."
Sexista e manipuladora. Cega. Taxada, rebaixada, enganada, humilhada, tragada pela incapacidade de conceber uma realidade em que eu me encontrava no nível de mulher objeto, admirada superficialmente por algumas mulheres, detestada por outras (mostly feminists haha), quista pelos homens por ser convenientemente orgulhosa e ingenua para manter-se submissa, isolada e disposta a concorrer com outras mulheres, mantendo-se magra, bela e completamente tolerante a mentalidade machista.

O caos.

Eu era aquilo. Eu fui obrigada a engolir aquilo... muitos "aquilos" pejorativos. A "fodona" da Martini não passava da pobre coitada mulher de um cara que na real, ninguém dava muita bola. Mas eu achava que davam, e o pior é que eu dava importância pra isso! Dois imbecis alimentando as fantasias um do outro! Um cara mais tarde tratado indiferentemente como um "pau quentinho pra foder quando tava afim", "um tosco", "o que foi estiloso, mas que ta o ó", "alguém por quem nem vale se estressar", "o que nunca mudou nem vai mudar", por gente que ele me fez pensar serem adoradoras de sua pessoa, que varavam a noite conversando com o dito cujo. NINGUÉM tinha uma opinião mais profunda sobre ele. Talvez nem por mim. Não os culparia. Mas não sabia mais o que sentir. Estava desamparada, sem saber o que fazer com tantos sentimentos que ecoavam em mim por alguém aparentemente visto como um pires social. Precisava acordar. Abstinência! Raiva! Fúria! Eu não estava no centro do mundo... nem da porra da minha própria vida nem da de ninguém.

Caí no limbo da minha consciência dormente e, dia após dia, lutei para me manter viva. Achei que seria simples como contradizer aqueles que não concordassem com meu estilo de vida - como boa rebeldezinha, até notar que era eu quem tinha medo de mudar. É sempre mais comodo bater de frente sem muita responsabilidade e manter-se estagnado em uma ideia de mundo concebida tão somente por nossas próprias experiências.

Cheguei ao ponto em que meus "conhecimentos" já não eram mais suficientes para me amparar... O limite... obrigando-me a admitir minhas limitações, minha insignificância. Admitir que um dia eu vou cair, que minha carne vai envelhecer, que minha beleza física é apenas uma conveniência social para encurtar o caminho entre uma pessoa e eu - ostentando um biótipo facilmente interpretado como "belo"... óbvio de mais, fácil de mais... uma tática repugnantemente medíocre quando se está ciente das consequências de alimentar "valores" tão efêmeros quanto os da aparência fresca da juventude. Aprender a me sentir bela sem pudor, sem neuroses, sem culpa, sem padrões, sem segundas intenções. O limite me ensinou que eu tenho controle sobre minha própria vida. Que eu posso ser livre e que eu não devo nada pra ninguém. Me ensinou à força que eu tenho muito que aprender com as outras pessoas, e que todas elas são belas, maravilhosas... estupidamente merecedoras de minha atenção e interesse (uihmm).

A eminência de uma lâmina contra meu pescoço ironicamente trouxe a tona a consciência de que eu ainda tinha controle sobre minhas escolhas, e que eu poderia escolher se tudo que eu já tinha vivido era o suficiente, ou se eu gostaria de viver mais, muito mais... sem as velhas concepções sobre como relacionamentos devem ser ou como uma "mulher ideal" deve se portar, sem medo, sem hipocrisia... viver para expandir minha consciência, minha capacidade de auto análise e compreensão do comportamento humano em todo seu espectro de possibilidades.

Um possível fim, tão pequeno, tão insignificante, de baixo da mesma luz azul que iluminava o banheiro daquele apartamento, me fez querer mais do que eu vivi, me fez querer abandonar toda e qualquer possibilidade de interferência significativa que o passado poderia ter na minha vida. Por isso resolvi dar um fim a este blog... e parar de retornar a um passado que já não compete mais com minhas expectativas.

Eu não sou a Pâmela de Poa City Blues. Mas pelo que tentei ser por pura imaturidade e insegurança, peço mil desculpas. Pelo que sou, peço um pouco mais de paciência.

Adieu all of you, swet ghosts of the past. You're somehow imortalized by my words, and will remain loved as long as I live. (No "bye bye tristeza" for me)

domingo, julho 28, 2013

Partiu... meia hora de sono antes de viajar.

quarta-feira, julho 24, 2013

terça-feira, julho 23, 2013

Three Imaginary Boys

Ontem eu decidi. Encarei outra viagem a Paris e novas possibilidades em São Paulo. Larguei Grécia, Milão, Beijing, e a dieta pro-ana. À noite sonhei com todas as personalidades mais influentes do meu passado não-tão-distante. Foi uma despedida formal frente o desenlace definitivo da "juventude". Sem pena, rancor, magoa, questionamentos, saudades, sonhos. Aquela fase vinte e poucos anos pós adolescência, onde somente brincamos de sermos adultos, sem jogar muita responsabilidade sobre as costas. Não digo que não sou jovem, mas agora as leves marcas no rosto trazem o charme da maturidade... encurtando a distância entre eu e meus companheiros, que beiram os 35, 40 anos. Assumi um corpo levemente curvilíneo e mais feminino, não de uma pirralha de 16 anos. Considerei as promessas de confidência e reciprocidade, os amores novos que determinarão o alçar deste voo. O clima, o cheiro, a textura... tudo se difere daquele passado intenso porém imaturo. Instaura-se um nível de consciência absurdo, capaz de me preencher de paz e certeza, independente do quão graves sejam os problemas... são todos passageiros, todos cíclicos. Assim como as fases da lua... e a vida das borboletas.

Às flores de primaveras passadas: obrigada por tudo.

Nova usuária de cocas

Ahhh... wooofff.... Ok... Heavens to Betsy, what a rather exquisite experience!

Love should form shapes, not lines

Ok: fuck! Como poderia saber o que fazer em uma hora dessas? Depois que tudo é "reduzido" a processos microscópicos que reverberam a carne e emanam energia em prol de nossos instintos mais básicos... você pode escolher entre lutar pelo melhor de um nada, pintado com arabescos românticos de negação, ou entregar-se à certeza definitiva de uma lâmina, no chão do seu banheiro, sem glamour algum. Pensava que a dúvida era minha maior motivação para viver, até descobrir que elas podem vir de duas possibilidades complementares. Entrei em pane.
Ele chegou quando já não haviam mais laços entre eu e o passado. Ele não era o cara mais bonito do mundo, mas tinha seu charme facilmente reconhecido, e tudo que se permitia extravasar, além dos discursos prontos, tinha um gosto especifico e agradável. Consenti uma certa frequência de pensamentos, ainda muito básica, quase retórica - estratégia batida. Uma tentativa mal sucedida de proteger aquilo que me fosse mais caro. Mas fui sugada por uma urgência de reciprocidade da parte dele. Lancei-me em um breve esquecimento das coisas, uma busca por novas referências. Abstração dos sentidos. Leviandade. Ruflando em minha pele o desejo por novas experiências... agregar significado ao nada.
E consegui... ou ele conseguiu. Não me interessa a ordem e sim o resultado. Sucedeu-se a tragédia. Eu como epicentro, desregulando o eixo de vidas mais sólidas que a minha... Sem vitimizações... Eu mereço levar a culpa por escolher jogar com minhas próprias regras. E nada mais justo que pagar o prejuízo com um pouco de tempo e uma rota reciclada.
O sentimento timidamente dosado se dissolveu. Percebi que apesar de toda a reviravolta, a solução quase não foi alterada. Ainda havia a Pâmela de três semanas atrás, contando os dias para aquela outra aventura. Aqueles outros braços... aquela outra pele. Alguém que tinha acesso a tudo que de mais perverso havia dentro de mim... um elemento complementar... capaz de quebrar-me as pernas toda vez que eu pensasse em fugir, não como um carrasco, mas como uma extensão de consciência. A outra aventura é quem eu escolhi amar por incapacidade de fazer diferente.
(From Jérémie's exclusive animation - grrrr)
Sim. Mas apesar de haver a Pâmela dele, não tinha como simplesmente negligenciar aquela pequena transformação que estimulou o surgimento de uma nova Pâmela. Não houve tempo o suficiente para alimentar suas necessidades devidamente... e ela anseia por atenção. Está cheia de desejos... se deixar ela morrer, corta-se a linha que resgata certezas latentes dentro de mim... E pela primeira vez em muitos anos, eu redescubro a fonte criativa que retroalimenta minha veia artística.
Por que preciso me sentir mal?
*E s c o l h a*
A impossibilidade de escolher entre dois pontos que divergem em uma única linha, por puro egoismo, impedindo que eu os dobre para criar uma forma original de área inexplorada. Cansei dessa constante dicotomia. Forçar escolhas onde aparentemente não há duvidas me faz desejar a "única certeza" ainda mais. Não é possível que um valor concebido pelo homem, tão abrangente como o amor, seja impossibilitado de irradiar para competir com as conveniências pessoais de cada um... minhas próprias... Ok... há um furo a ser tapado dentro de tudo isso, e talvez minhas certezas sejam falaciosas. No final das contas, a dúvida retorna pra dentro de mim. Que post inútil...

segunda-feira, julho 15, 2013

Solve et coagula

Homens, sexo, problemas, futuro, profissão, parafilias, dominação, dilema, dieta, modelo, artes, quadrinhos, amor, passado, futuro, desejo, indecisão, tempo, dinheiro, trabalho, viagem, mudança, razão, distúrbios, destinos, compensação, manipulação, concentração, família, separação, vida... Sinto a necessidade de ruptura para um renascer definitivo. Determinante. 

quinta-feira, julho 11, 2013

Resgatei amor em uma página esquecida

"Perecerei total e solenemente diante de sua posição irreversível. Exaustivamente sua, sinceramente sua. Desde sempre sua."

2011

terça-feira, julho 09, 2013

O mundo conspira a meu favor, mas segue com suas linhas tortas. Na falta de preocupações maiores, eu danço... e me entrego aos braços acolhedores dos vícios.

segunda-feira, julho 08, 2013

Morning doodling

Resgate de umas linhas familiares.
Isso era pra ser eu, mas meu alter ego masculino se meteu no meio.

Preciso de novas musas... u.u

sexta-feira, junho 28, 2013

Hauted

Ooook, I must confess I was so completely crazy waiting for this video, that I expected a little too much from it. Eventough the song is fucking awesome, the visual content looks more like a video art inspired by Lynch than a Lynch itself, haha (how pretencious now that sounds?).
But who am I to tell that? I would lick the spit of these two guys out of the fucking floor!

I loved it after all <3 p="">
Simplesmente... o cara da tabacaria do shopping - aparentemente muito íntimo meu - já chegou no maior estilo tio de feira: "que vai ser hoje 'tchê'?" "Cigarro de gostinho bem bicha.... "tchê"."
Aí ele me oferece uma caixinha dessas - é novo.
Porque não? Há mais de ano não fumo um Gudang.
MAS ERA DE FUCKING BANANA CLOVER FLAVOUR!!!

CHOREM!

No wonder I started smoking because of this shit.

I miss your feverish forhead

Preciso me apaixonar... preciso ceder... preciso voltar a escrever.
C o m p u l s i v a m e n t e.
Sentir a vida marcar minhas palavras como um amante perverso.
Despir-me dos outros para expor o que realmente sou.
Assumir-me erro, em busca de alguém igual a mim.
Firme sobre os pés, dia após dia, tombo após tombo...
E provar que os loucos sobrevivem.

terça-feira, junho 25, 2013

O céu é a minha utopia

Quando você passa a ter uma vaga ideia do quão insignificante é sua vida e todo este complexo de relações conturbadas, baseado em necessidades enfadonhas e egoístas dentro de um sistema que estimula a constante tensão e concorrência entre os seres humanos, e dificulta a união em busca de um objetivo mútuo de evolução como espécie para romper as barreiras dos próprios limites físicos e intelectuais, dentro de um contexto universal... você pensa que há sim uma certa razão em se dar o liberdade de enlouquecer de vez em quando.

Nós temos somente esta vida... e nossas possibilidades estão contidas neste pequenino ponto chamado terra. Como se não fosse o bastante, não podemos sequer desfruta-lo em todo seu potencial, pois tudo tem um preço e devemos obedecer a ilusão de propriedade que os mais ricos e poderosos possuem sobre os mais pobres e humildes. Estamos na realidade, presos a nossa condição financeira e a nossa sorte.

E enquanto não houver revolução, sempre nos restará o céu e um pouco de imaginação. (aihm, rimou tão cafonaa <3>

segunda-feira, junho 24, 2013

Old sketch from the character that would become Kim


Soon you'll be aware of who this guy really is.
<3 br="">

segunda-feira, maio 27, 2013

domingo, maio 26, 2013

domingo, maio 19, 2013

sexta-feira, abril 19, 2013

segunda-feira, abril 15, 2013

Tits and acid trips

So Fred shown a music video that had everything to be another hipster sensation... everything but beeing bad or forced. Onm the contrary, it was able to recreate the same old mood with a lot of property and originality. Now I'm completely in love with this young weird talented boy (gaah, i'm older than him for sake) and listening to all sort of 60's boy bands possible. My mood couldn't be more drowned in love and flower fields than now. Possibly the best oportunity to give it a sparkle to my extinguished fire again, since nobody in this  doomed city is able to do so. I explore my own body as a young teenager again.
By the way, Jérémie told me he just read an article about a research that took time along 15 years, while analising several women, showing that wearing bras can actually cause the atrophy of the ligaments that keep your breasts perky, making them fall even before time. I'm really not sure about it, since it's a very relative issue, but since I've always been really carefull with it, I decided to give it a shot (ok, maybe I wont)... at least they can still beat any 18 years old boobs easily, wearing proper bras... yeaaah, ok, they are nothing exceptional, but I was never made to look like a hot voluptuous groupie anyway. I'm an assumed magrela.

Luckily the size of my girly tits was never a problem to attract males, but I'm afraid that, according to an article I just read, it doesn't work so well with them, since the size of the package end up to matter after all  - more as an instinctive choice based on our old criterias of selection, than all those subjective values related to fellings and intelect overcoming the phisical features. These are all later introjected values, since strengh and good health is not an indicator of better "survival skills" in our current world anymore. So women tend to give more attention to subjective features regarding personality and to intelectual capability, as a more likely way of findind stability in a male, than anything else.
Yep... and you unpractical people still wonder about "love", overvaluating romantic fellings and reading depressive and nihilistic poets and writers. Ts ts ts.

But I think I already talked way too much about love in this blog along years - and you all know how practical I try to be with it.

domingo, abril 14, 2013

Com quem seráááá, com quem serááááá

Então aconteceu que eu fui mesmo a um casamento, bebi além da conta, peguei o bouquet da noiva über tudo, virei camarada do noivo, paquerei um casal gringo de quase 50 anos (o mais lindo do mundo, na maestria de sua dança de salão), rasguei minha meia calça, perdi meu celular, dormi no banheiro da festa, dormi no box do meu banheiro, acordei na cama enrolada na toalha, deitada em cima do meu bouquet, com o cabelo que é um ninho de rato...
Amo a pompa das festas da alta sociedade, mas eu presenciei a queda do império.
Gente, eu to m o r t i n h a!

sexta-feira, abril 12, 2013

My daily random

Ontem a ilustrissima  Melissa conseguiu derrubar uma xícara cheia de leite fervendo em cima dela e eu, obrigada a me colocar no papel de mãe, fui correndo pra farmácia comprar pomada pra queimaduras porque não fazia idéia se alguma das muitas que tinhamos servia (mães não precisam de bula aparentemente, e a minha joga tudo fora). Na volta, dobrei a esquina da nossa rua ouvindo miados muito agudos, mas continuei andando, já que aqui tem um pé de gato em cada casa. Quando notei o timbre do desespero no miadinho, comecei a procurar... até dar de cara com uma bolinha peluda de umas três semanas. Jogado no meio fio, solito, chorava o gatinho. A babona foi correndo amparar o pobrezinho e notei que tava faltando comprimento naquele bichano, mais precisamente: faltava um rabo! Além de ser a coisa mais linda do mundo com essa mascara de Batman, ele nasceu sem rabinho! Me diz se algum desses bichos feitos sob medida dentro de parametros de raça, tem mais personalidade e autenticidade que uma coisinha dessas! NÃO, NÃO TEM! E se você acha que sim, você é do tipo que vai querer ter filho como quem faz avatar de jogo. Enfim... O nome dele é Bruce, porque nasceu com cosplay de dark knight, perdeu seus pais e aparentemente se guia através de miados ultrasonicos, como morcegos. 

E ah é! Pra finalizar a postagem... já que não poderei estar nesta primeira edição, quero deixar claro que tenho muito amor pelo pessoal tr00 que ainda se puxa e tem fé de que pode tirar essa pilha de bundão da mediocridade hipster e colocar um pouquinho de cultura musical em suas cacholinhas. Porque ta FODA. Eu me emocionei muito que a nossa conversa no Laika vingou ao menos uma tentativa. Se for o ouro do besouro, na próxima vocês terão uma desilustre e infame convidada, mexendo os bracinhos, levantando as perninhas e ah é... "discotecando".
(Peraeh... é hoje ou amanhã essa tranqueira?)
Hoje minha irmã conseguiu sintetizar o gosto de vômito de bebê gatinhos, com um toque de baunilha. Sério... não é possível que um purê seja capaz de ser tão ruim. Mas ela superou as expectativas... e a minha marca de cozinheiro mais incompetente (mas que me mantinha no topo por ter criado praticamente um cano de escape gorduroso para as artérias).

Enfim... hoje, Melissa merece uma salma de palvas de todos nóses.

Gutten Morgen!!!!